schema-per-tenant: F0 categorizacao + F1 template/helpers + F2 provisionamento

- docs/F0_categorizacao.md: varredura completa (137 tabelas -> 84 tenant + 53
  global, 66 funcoes, FKs, policies, edge functions) + decisoes Q1-Q4
- F1 (migrations 01-05): tenants.slug, helpers de schema, _tenant_template
  (84 tabelas sem tenant_id, singletons, views __SCHEMA__/__TENANT_ID__),
  clone_tenant_template/drop_tenant_schema, channel_routing, tenant_schemas
- F2 (migration 06): provision_account_tenant/create_clinic_tenant/
  ensure_personal_tenant_for_user clonam schema na mesma transacao
- db.cjs: psqlFile agora usa ON_ERROR_STOP=1 (falha de migration nao passa
  mais como sucesso silencioso)
- blueprint original em novo-rumo.txt; wiki Obsidian atualizada

Co-Authored-By: Claude Fable 5 <noreply@anthropic.com>
This commit is contained in:
Leonardo
2026-06-12 11:58:46 -03:00
parent b0b636c660
commit 05c6746e33
12 changed files with 1718 additions and 1 deletions
+338
View File
@@ -0,0 +1,338 @@
Prompt: Refactor Multi-Tenant para Schema-per-Tenant em Supabase
Contexto e objetivo
Estou migrando meu sistema multi-tenant de RLS-only com tenant_id em cada tabela para schema-per-tenant (tenant_<slug>
com clones físicos da estrutura). Quero isolamento físico das tabelas que pertencem a um tenant, mantendo em public
apenas tabelas globais (auth.users, profiles, tenants, planos SaaS, notificações de sistema, etc.).
Já fiz esse refactor num projeto irmão (Vue 3 + Supabase + Postgres 17). Quero que você execute o mesmo aqui,
considerando as lições que aprendi.
Antes de começar — varredura obrigatória
Não confie na lista que o usuário (ou um amigo programador) te entregar. Verifique tudo:
1. Liste TODAS as tabelas em public e classifique cada uma como "tenant-scoped" ou "global". Use a heurística: tem
coluna tenant_id? É candidata a tenant-scoped. Mas reveja caso a caso — algumas globais (tenant_features,
tenant_audit_log, support_messages) também têm tenant_id como FK e devem ficar em public.
SELECT table_name,
EXISTS(SELECT 1 FROM information_schema.columns c
WHERE c.table_schema='public' AND c.table_name=t.table_name
AND c.column_name='tenant_id') AS has_tenant_id
FROM information_schema.tables t
WHERE table_schema='public' AND table_type='BASE TABLE'
ORDER BY table_name;
2. Liste TODAS as funções em public que referenciam essas tabelas-tenant. Não confie em listas pré-feitas — eu recebi
"29 funções" e eram na verdade 52. Use:
WITH tenant_tabs AS (SELECT unnest(ARRAY[/* sua lista */]) AS tab)
SELECT DISTINCT p.proname, p.prokind, l.lanname
FROM pg_proc p JOIN pg_namespace n ON n.oid = p.pronamespace
JOIN pg_language l ON l.oid = p.prolang
CROSS JOIN tenant_tabs t
WHERE n.nspname='public'
AND pg_get_functiondef(p.oid) ~ ('\m' || t.tab || '\M')
ORDER BY 1;
3. Liste FKs cross-schema (de tabelas que vão ficar em public, apontando pras que vão sair). Se houver, planeje
cuidado especial.
4. Liste todas as edge functions e grep cada uma por .from('<tabela_tenant>').
5. Liste as policies RLS que usam funções a refatorar — vão precisar ser dropadas/recriadas.
Plano de execução em fases
F0 — Categorização (não codar nada ainda)
Faça as listagens acima. Salve em documento markdown na raiz: docs/F0_categorizacao.md. Conte tabelas, funções, edge
functions, FKs cross-schema, policies dependentes. Pause e mostre pro usuário antes de seguir.
F1 — Template + helpers
- Crie schema _tenant_template com TODAS as tabelas tenant-scoped clonadas SEM a coluna tenant_id (compostos unique
também perdem tenant_id). Inclua índices, FKs locais, sequences, constraints.
- Crie helpers em public:
- tenant_schema_name(slug text) → text (IMMUTABLE) — converte slug→nome de schema sanitizado.
- tenant_schema_for(tenant_id uuid) → text (STABLE) — busca slug e devolve schema.
- tenant_id_for_schema(schema text) → uuid (STABLE) — inverso. CRÍTICO pra triggers que precisam descobrir o
tenant_id (porque a coluna não existe mais nas tabelas tenant).
- current_tenant_schema() → text (STABLE SECURITY DEFINER) — lê profiles.tenant_id do auth.uid() e devolve o schema
dele.
- clone_tenant_template(slug) → void (SECURITY DEFINER) — clona o template pra um schema novo.
- drop_tenant_schema(tenant_id) → void — proteção: assert que target LIKE 'tenant_%' antes de DROP CASCADE.
F2 — Provisionamento
- Adapte sua função/edge provision_from_intent (ou equivalente) pra chamar clone_tenant_template(slug) quando criar
tenant novo.
- Confirme que policies padrão são criadas no schema clonado (uma policy tenant_member_full TO authenticated filtrando
por profiles.tenant_id = '<id-do-tenant>').
F3 — Frontend: composable de acesso tenant
- Crie useTenantDb.js:
export function useTenantDb() {
const { perfil } = useAuth();
const schemaName = computed(() => tenantSchemaName(perfil.value?.tenant_slug));
const isReady = computed(() => Boolean(schemaName.value));
function db() {
if (!schemaName.value) throw new Error('tenant não disponível');
return supabase.schema(schemaName.value);
}
return { db, schemaName, isReady };
}
- Faça find/replace amplo: supabase.from('<tenant_table>') → db().from('<tenant_table>') em todas as
views/components/composables que tocam tabelas tenant.
F4 — Edge functions
Padrão pra qualquer edge function que precisa acessar tabela tenant:
const userClient = createClient(SUPABASE_URL, ANON_KEY, {
global: { headers: { Authorization: authHeader } }
});
const { data: tenantSchema } = await userClient.rpc('current_tenant_schema');
const tenantDb = userClient.schema(tenantSchema as string);
await tenantDb.from('oficios').update(...).eq(...);
Tabelas globais (profiles, tenants, addon_*, support_*, etc.) seguem usando userClient.from(...) direto.
F5 — Expor schemas no PostgREST
Edite supabase/config.toml:
[api]
schemas = ["public", "graphql_public", "tenant_<slug1>", "tenant_<slug2>", ...]
extra_search_path = ["public", "extensions"]
Restart Supabase. Toda criação de tenant novo precisa atualizar este array e restartar PostgREST — automatize via
migration que regenera config.toml, ou aceite gerenciamento manual.
F6 — Rewrite funções + drop tabelas em public (a fase mais perigosa)
Divida em lotes pequenos e teste cada um:
Lote 1 — split de notifications
Caso especial crítico. Antes do split, identifique:
- Tipos de notif que cruzam tenants (dev recebe de todos os tenants, support_reply enviado pelo dev pro tenant,
system_alert global).
- Tipos que são puramente tenant-local (voucher_gerado, os_atribuida, oficio_assinado, prazos).
Decisão estrutural: notifications precisa virar duas tabelas:
- tenant_<slug>.notifications — locais do tenant.
- public.notifications_sistema — cross-tenant (SaaS pro tenant, ou pro dev).
Migration faz:
1. Cria public.notifications_sistema (mesma estrutura + RLS própria + adiciona à publication realtime).
2. Migra dados: INSERT INTO notifications_sistema SELECT ... WHERE type IN (cross_tenant_types), depois loop por
tenant INSERT INTO tenant_X.notifications SELECT ... WHERE tenant_id = X AND type IN (local_types).
3. Refatora todas as funções de notif (notify_user, notify_user_sistema, notify_tenant_admins, notify_all_devs,
mark/archive_*) — duas variantes (_sistema_ em public, outras EXECUTE format pro schema tenant).
4. DROP TABLE public.notifications.
5. Frontend useNotifications.js: lê das duas fontes em paralelo, mescla por created_at DESC, cada item ganha campo
_origem: 'tenant' | 'sistema'. Realtime em 2 canais. markRead/archive roteiam pra RPC correta via _origem.
Lote 2-4 — refator das demais funções
Padrão pra TRIGGER em tabela tenant:
CREATE OR REPLACE FUNCTION public.trg_xxx() RETURNS trigger
LANGUAGE plpgsql SECURITY DEFINER
SET search_path TO 'public', 'pg_temp'
AS $$
DECLARE v_tenant_id uuid;
BEGIN
PERFORM set_config('search_path', TG_TABLE_SCHEMA || ',public,pg_temp', true);
v_tenant_id := public.tenant_id_for_schema(TG_TABLE_SCHEMA); -- só se precisar
-- ... lógica com tabelas tenant SEM prefixo `public.` ...
END $$;
Padrão pra RPC chamada por user logado em um tenant:
CREATE OR REPLACE FUNCTION public.minha_rpc(...) RETURNS ...
LANGUAGE plpgsql SECURITY DEFINER
SET search_path TO 'public', 'pg_temp'
AS $$
DECLARE v_schema text := public.current_tenant_schema();
BEGIN
IF v_schema IS NULL THEN RAISE EXCEPTION 'sem tenant'; END IF;
PERFORM set_config('search_path', v_schema || ',public,pg_temp', true);
-- ... lógica ...
END $$;
Padrão pra RPC global (cron, dev, varre múltiplos tenants):
FOR t_row IN SELECT id, slug FROM public.tenants WHERE ativo = true LOOP
v_schema := public.tenant_schema_name(t_row.slug);
IF NOT EXISTS (SELECT 1 FROM pg_namespace WHERE nspname = v_schema) THEN CONTINUE; END IF;
EXECUTE format('UPDATE %I.tabela ...', v_schema);
END LOOP;
Padrão pra função que escreve no schema de OUTRO tenant (notify_user com p_tenant_id, etc.):
v_schema := public.tenant_schema_for(p_tenant_id);
IF v_schema NOT LIKE 'tenant_%' THEN RETURN; END IF;
EXECUTE format('INSERT INTO %I.notifications (...) VALUES ($1, $2, ...)', v_schema)
USING ...;
Lote 4.5 — migração de DADOS (esqueci de avisar primeiro, vai se ferrar)
ESSE É O ERRO MAIS COMUM: o template clona estrutura, mas você esquece dos DADOS. Depois descobre que
tenant_sindspam.os está vazio porque você nunca migrou. Faça uma migration que:
SET session_replication_role = replica; -- desabilita FK checks
DO $$
DECLARE
tenant_id_target uuid := '...';
tenant_schema text := 'tenant_...';
tabs text[] := ARRAY[/* lista */];
t text;
v_cols text;
BEGIN
FOREACH t IN ARRAY tabs LOOP
-- Lista colunas do schema tenant (sem tenant_id já)
SELECT string_agg(quote_ident(column_name), ', ' ORDER BY ordinal_position)
INTO v_cols
FROM information_schema.columns
WHERE table_schema = tenant_schema AND table_name = t;
IF EXISTS (SELECT 1 FROM information_schema.columns
WHERE table_schema='public' AND table_name=t AND column_name='tenant_id') THEN
EXECUTE format(
'INSERT INTO %I.%I (%s) SELECT %s FROM public.%I WHERE tenant_id = %L ON CONFLICT DO NOTHING',
tenant_schema, t, v_cols, v_cols, t, tenant_id_target);
ELSE
EXECUTE format(
'INSERT INTO %I.%I (%s) SELECT %s FROM public.%I ON CONFLICT DO NOTHING',
tenant_schema, t, v_cols, v_cols, t);
END IF;
END LOOP;
END $$;
-- Reset sequences:
FOR r IN SELECT t.table_name, c.column_name FROM information_schema.tables t
JOIN information_schema.columns c ON c.table_schema=t.table_schema AND c.table_name=t.table_name
WHERE t.table_schema=tenant_schema AND c.data_type='bigint' AND c.column_default LIKE 'nextval(%' LOOP
v_seq := pg_get_serial_sequence(format('%I.%I', tenant_schema, r.table_name), r.column_name);
EXECUTE format('SELECT setval(%L, COALESCE((SELECT MAX(%I) FROM %I.%I), 0))',
v_seq, r.column_name, tenant_schema, r.table_name);
END LOOP;
SET session_replication_role = origin;
Lote 5 — DROP CASCADE das tabelas em public
Só depois de TODAS as funções refatoradas e dados migrados:
SET session_replication_role = replica;
DO $$ BEGIN
FOREACH t IN ARRAY tabs LOOP
IF EXISTS (SELECT 1 FROM information_schema.tables WHERE table_schema='public' AND table_name=t) THEN
EXECUTE format('DROP TABLE public.%I CASCADE', t);
END IF;
END LOOP;
END $$;
SET session_replication_role = origin;
Limitações conhecidas e workarounds
1. PostgREST não suporta embed FK cross-schema
Você vai pagar esse pato. O PostgREST 14.x não consegue resolver embeds tipo db().from('os').select('*,
profiles!os_solicitante_profile_id_fkey(nome)') quando os está em tenant_X e profiles em public, mesmo com FK física
existindo. Mensagem: PGRST200: Could not find a relationship between 'os' and 'profiles' in the schema cache.
Solução: helper de "fake embed" no frontend. Crie useProfileEmbed.js:
export async function attachProfiles(rows, mappings, columns = 'id, nome, email, role') {
if (!rows?.length) return rows;
const allIds = new Set();
for (const m of mappings) rows.forEach(r => { if (r?.[m.idField]) allIds.add(r[m.idField]); });
const { data } = await supabase.from('profiles').select(columns).in('id', [...allIds]);
const map = new Map((data || []).map(p => [p.id, p]));
return rows.map(r => {
const out = { ...r };
for (const m of mappings) out[m.alias] = r?.[m.idField] ? map.get(r[m.idField]) || null : null;
return out;
});
}
// Variantes: attachProfilesNested(rows, nestedKey, mappings), attachProfilesById(rows, idField, alias)
Faz 2 queries + merge em JS. Toda tela que tinha profiles!fkey(...) precisa virar duas queries + attach.
2. %ROWTYPE de tabelas tenant
Funções que declaravam v_plano public.convenio_planos%ROWTYPE quebram quando a tabela some do public. Troque por
RECORD em todas. Quando precisar retornar tabela (RETURNS os_problemas), troque por RETURNS jsonb e construa via
jsonb_build_object(...).
3. SQL functions com SET search_path TO 'public' declarado
Algumas funções são LANGUAGE sql com declaração estática SET search_path TO 'public'. Não dá pra usar set_config
dinâmico em SQL puro. Converta pra LANGUAGE plpgsql. Atenção: isso exige DROP + CREATE (CREATE OR REPLACE não muda
linguagem) → se tiver policy dependendo da função, drope a policy primeiro.
4. Triggers de notif que filtram cada destinatário
notify_tenant_admins insere em múltiplos owners via SELECT ... FROM profiles WHERE role IN (...). Pra respeitar
preferências individuais, adicione AND public.should_notify(p.id, p_type) no WHERE.
5. Realtime
- A tabela notifications_sistema precisa ser adicionada explicitamente à publication: ALTER PUBLICATION
supabase_realtime ADD TABLE public.notifications_sistema.
- Canais realtime no frontend precisam do schema correto: { event: '*', schema: 'tenant_<slug>', table:
'notifications', filter: 'owner_id=eq.X' } — não mais schema: 'public'.
6. Filtros .eq('tenant_id', X) no frontend
Após o split, qualquer db().from('tabela_tenant').eq('tenant_id', X) quebra com column tenant_id does not exist — a
coluna sumiu. Faça grep e remova esses filtros (o isolamento agora é pelo schema). Mantenha em tabelas que ficam em
public (tenant_features, tenant_audit_log, profiles).
7. session_replication_role na migração de dados
INSERTs em massa com FKs entre tabelas tenant podem falhar por ordem topológica. SET session_replication_role =
replica desabilita checks de FK durante o INSERT. Lembre de voltar pra origin ao final.
8. Reset de sequences
Tabelas tenant com id bigint generated by sequence precisam de setval pós-migração — senão próximo INSERT vai colidir
com PKs existentes.
9. Policies que usam funções refatoradas
unidade_in_current_tenant(uuid) aparecia como USING (...) em policies de public.prestador_unidade_acessos. Antes de
DROP+CREATE da função, dropei as 2 policies. Tabelas que vão sumir não precisam recriar policy. Se a função é usada em
policies de tabelas que ficam, recrie a policy depois.
10. FKs de tabelas que ficam em public apontando pras que saem
Antes de DROP, rode query pra detectar. Se houver, decida: migra a tabela referenciadora pro tenant também, ou
converte FK pra coluna solta sem constraint.
Frontend — refactor sistemático
1. Find/replace em massa: supabase.from('<lista_tabelas_tenant>') → db().from(...). Importe useTenantDb.
2. Caça por .eq('tenant_id': remova nos from('<tenant_table>'), mantenha nos from('<public_table>').
3. Caça por embed profiles!fkey(...) em queries de tabelas tenant: refatore com attachProfiles.
4. Caça por subscribeRealtime com schema: 'public' pra tabelas que viraram tenant — troque pra schema:
tenantSchemaName(slug).
5. Composables/serviços que usam supabase.from(...) em vez de db() direto: idem.
Backups e segurança
Sempre faça backup antes de cada lote:
docker exec supabase_db_<projeto> pg_dump -U postgres -d postgres --schema=public --no-owner --no-acl >
backups/pre-loteN/public.sql
docker exec supabase_db_<projeto> pg_dump -U postgres -d postgres --schema=tenant_<slug> --no-owner --no-acl >
backups/pre-loteN/tenant_<slug>.sql
Pra recarregar cache do PostgREST após mudanças:
docker exec supabase_db_<projeto> psql -U postgres -d postgres -c "NOTIFY pgrst, 'reload schema'"
Se mudou config.toml (schemas expostos), restart obrigatório:
docker restart supabase_rest_<projeto>
Checklist final por lote
Antes de marcar um lote como concluído:
- Migration aplica sem erro (psql -v ON_ERROR_STOP=1)
- Smoke test SQL chamando as funções refatoradas via SET LOCAL request.jwt.claim.sub
- NOTIFY pgrst, 'reload schema' rodado
- Usuário testou as telas do FE que tocam essas funções
- Sem erros novos no console do navegador (network 4xx/5xx, PGRST200, etc.)
Como interagir comigo durante o trabalho
- Antes de codar qualquer fase, mostre o plano resumido e pergunte se prossegue.
- Para decisões estruturais (ex: notifications split, função X retorna jsonb ou record composto, drop CASCADE de
policy órfã), use perguntas múltipla escolha — não decida sozinho.
- Ao terminar um lote, sumarize o que mudou + lista de coisas pra eu testar no FE.
- Não confie em listas pré-feitas (suas ou do usuário). Sempre re-confirme via query no banco.
- Backup antes de cada DROP destrutivo.
- PostgREST cache é teimoso — NOTIFY pgrst resolve tabelas/funções; restart do container pra mudanças de config.toml.